16.5.09


Lenda da Mãe Preta
Diz a lenda que a Mãe Preta era uma escrava do Capitão Neves, senhor destas terras. Mãe Preta, como era conhecida (mas seu nome era Mariana), tinha um filho único, que era sua alegria. Certa vez, o jovem fugiu de casa e não voltou mais, causando a morte de sua mãe. Das lágrimas da Mãe Preta teria brotado esta fonte. Ante: “dai-me a felicidade de ir junto de meu filho, mas como lembrança quero deixar esta fonte para aqueles que dela beberem sempre retornem a este lugar.
Localiza-se na Avenida Brasil o monumento à Mãe, uma escultura de uma negra e seus filhos, recorda a lenda de uma escrava do Cabo Neves que perdeu seu filho.
O rosto que ilustra o painel da fonte não é de Mariana. Foi inspirado em outra mulher, também negra, filha de escravos que se chama Maria Luisa da Silva Santos que por sua vez teve seus traços eternizados no monumento. Fazia parte de uma família que morava na residência do senhor Gaspar Teixeira nas terras em Povinho Velho. Foram libertos mas continuaram morando lá por falta de opção. Aos 18 anos veio para Passo Fundo trabalhou como doméstica e depois trabalhou como servente no Jornal O Nacional, foi nessa época que foi convidada por Múcio de Castro a servir de modelo para o monumento. O rosto representa a mulher negra que estampa o chafariz. Além de ser um dos principais pontos turísticos, o local exalta a importância das mulheres no auxilio do sustento da casa. A água que vem dessa fonte com ramos verdes era utilizada para benzeduras.

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Eu sou Lúcia Martinelli

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Eu sou Lúcia Martinelli, nasci em 28.06. Sou filha de Cândido Martinelli e Maria Grando, estudei em Passo Fundo RS, nas escolas Alfredo Pujol, Notre Dame, Joaquim Fagundes dos Reis e Cursei o 2º grau no Colégio Bom Conselho e o ensino superior na Universidade de Passo Fundo e fiz Pós –Graduação em Alfabetização Construtivista na UPF com o GEEMPA e conclui 1989. Hoje moro em Balneário Camboriú e estou fazendo todas as leituras que gostaria de ter feito e não tinha tempo para faze-las. Estou amando!

 

Trabalhei na Faculdade de Odontologia da UPF e fui secretária e auxiliar odontológico.

Exerci a função do magistério na rede particular de ensino, no Colégio Notre Dame por onde me aposentei e na rede municipal nas escolas Vidal Colussi, Fundação Educacional do Menor, UPF em Assessoramento Construtivista, Notre Dame Municipal e Antonino Xavier, onde me aposentei. Aleluia!!!

Trabalhei em turmas pela ordem dos acontecimentos: multiseriada (de pré a 4ª série) todos na mesma sala, Jardim, Pré, 1ª série, 2ª série, 2º ano, 3ª série, 4ª série, 5ª série e 1º ano do 2º grau.

Sou professora por opção porque adoro o ato de ensinar e aprender, o convivio com as crianças sentir a mundança e o crescimento acontecendo no dia a dia, ser o elo mediador entre aluno e conhecimento desafiando e apoiando para que o processo de aprendizagem aconteça o mais rápido possível. A experiência da alfabetização é algo indiscritível, só experimentando para saber a delicia da magia que é “o ver acontecer”.

 

A educação é um processo contínuo que toma o homem sobre sua responsabilidade desde a infância até a morte.

PROFESSORA LUCIA MARTINELLI

PROFESSORA LUCIA MARTINELLI
ATIVIDADES E PROJETOS